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Reabilitação e tipos de aparelhos auditivos

20/11/2015
Reabilitação e tipos de aparelhos auditivos

 

O primeiro passo na reabilitação auditiva é ajudar a pessoa com perda de audição a assumir essa dificuldade.

 

 

 

Dra Cátia Silva
Audiologista na empresa MiniSom

Os primeiros sinais de perda auditiva são muito subtis e o processo de consciencialização é muito longo. Por conseguinte, é muito difícil fazê-la entender que tem um problema auditivo e que este tem de ser solucionado.
Aquando do diagnóstico e da recomendação para o uso de aparelhos auditivos é necessário uma avaliação cuidada onde consigamos conhecer exatamente quais os défices da audição, ou seja, grau da perda auditiva e capacidade de perceção/discriminação da palavra.
Após um diagnóstico temos de conhecer quem é o utilizador dos aparelhos auditivos e, na minha opinião, este é o momento chave. É necessário conhecer o estilo de vida da pessoa, o que faz, o que gosta de fazer, onde sente mais dificuldade e perceber o que tem mais urgência em reabilitar.

Usar aparelhos auditivos

Pode ser um pouco mais exigente do que parece e, as pessoas que precisam deles, chegam até nós cheias de dúvidas e receios. É necessário criar uma relação com estas pessoas, deixa-las tranquilas e mostrar que, as suas dúvidas, os seus problemas são relativamente comuns, e que não estão sós neste processo. O apoio e o carinho são cruciais para que a pessoa com perda auditiva se sinta confiante para nos relatar o que está acontecer porque, só assim, podemos realmente saber o que está errado e como poderemos solucionar.

Relativamente aos aparelhos auditivos sabemos que, ano após ano evoluem. São cada vez mais sofisticados, os processadores mais potentes, mais rápidos, e cada vez mais permitem uma melhor compreensão mesmo nas situações onde é mais difícil ouvir , que são sobretudo os ambientes com maior ruído. Ao longo dos tempos a principal queixa é: “eu ouço, mas não percebo”. A evolução tecnológica permite que os aparelhos identifiquem com maior velocidade e precisão o que são palavras e o que é ruído e processar esta informação cada vez mais eficazmente.

Outra característica da evolução é o aspeto e o tamanho. Atualmente os processadores potentes são cada vez mais pequenos e discretos. Isto é muito importante para aos utilizadores, visto que, o uso de aparelhos auditivos está muitas vezes associado a sentimentos menos positivos. Assim, o aspeto já não é um problema. Na maioria dos casos existem soluções extremamente discretas que permitem a reabilitação auditiva. Esteticamente podem ser, completamente dentro do canal auditivo ou podem ser tão pequenos que estão escondidos atrás da orelha. No entanto, a escolha entre os modelos deve ser feita de acordo com as características auditivas de cada pessoa.

Os aparelhos auditivos, a sua tecnologia e a sua capacidade são importantes mas, na minha opinião, toda esta tecnologia só é útil se existir consciencialização do problema e uma relação de confiança e empatia entre o utilizador de aparelhos auditivos e o Audiologista. Se a pessoa perceber que tem um problema auditivo e aceitar a ajuda, a sua reabilitação auditiva é muito mais fácil e é só uma questão de tempo até recuperar a sua qualidade de vida.

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  • O sistema auditivo.
  • Os sinais da perda auditiva.
  • O processo de reabilitação auditiva.
  • Como escolher o aparelho auditivo mais indicado.

Comece já a viver em pleno uma melhor e mais perfeita audição.