Nos aparelhos auditivos tradicionais atrás da orelha (BTE), o tubo é o componente que faz a ponte entre a tecnologia de processamento e o seu ouvido. Através deste pequeno canal, o som viaja de forma precisa até ao seu canal auditivo. No entanto, por ser um elemento externo e flexível, o tubo está sujeito a um desgaste natural provocado pelo uso contínuo, pela exposição à temperatura e pelo contacto com a pele.
Com o passar do tempo, o material do tubo (geralmente PVC ou polímeros similares) perde as suas propriedades originais. É fundamental estar atento a alterações físicas que podem comprometer não só o som, mas também o seu conforto físico. Se notar algum destes sinais, é altura de procurar o seu Centro Auditivo:
Em Portugal, as variações de humidade e temperatura podem acelerar o envelhecimento dos materiais. Recomendamos, por norma, a substituição dos tubos a cada 3 a 6 meses. Um tubo endurecido pode atuar como um "filtro" indesejado, alterando a resposta de frequência do aparelho e fazendo com que o som pareça metálico ou abafado. Além disso, um tubo rígido pode exercer pressão indevida no canal auditivo, causando irritações na pele ou feridas em utilizadores mais sensíveis.
Uma higiene rigorosa pode prolongar a vida útil do tubo e evitar obstruções por cerúmen. Para modelos com molde auricular, pode remover o tubo do aparelho e lavá-lo com água morna e sabão neutro, garantindo que o seca totalmente com uma bomba de ar específica antes de o voltar a montar. Já nos tubos finos, a limpeza deve ser feita com um fio de limpeza (cleaning wire) apropriado, nunca utilizando água no interior se o tubo estiver ligado ao corpo eletrónico do aparelho.
O comprimento do tubo é determinante para a estabilidade do aparelho auditivo atrás da orelha. Se o tubo for demasiado curto, o aparelho puxará o molde para fora; se for demasiado longo, o aparelho ficará solto e poderá cair. Durante as revisões no âmbito do Método Minisom, o seu especialista verifica sempre se o ajuste se mantém correto, ajustando milimetricamente o tubo à anatomia da sua orelha para garantir que se esquece que está a usar uma solução auditiva.
É crucial evitar o uso de tubos genéricos ou "truques" caseiros para tentar reparar um tubo rachado. O diâmetro interno do tubo influencia diretamente a acústica e a amplificação. Utilizar um tubo com dimensões incorretas pode descalibrar totalmente o seu aparelho. Na Minisom, utilizamos apenas consumíveis de alta qualidade, testados para garantir a compatibilidade total com a sua tecnologia, assegurando que o som que ouve em Lisboa, Porto ou Coimbra seja sempre o mais natural possível.
Embora a limpeza superficial possa ser feita em casa, a troca do tubo deve, idealmente, ser validada por um profissional. O seu Audiologista possui ferramentas de precisão para garantir que a inserção no molde é hermética e que não existem dobras que estrangulem a passagem do som. Esta assistência técnica faz parte do nosso compromisso de acompanhamento ilimitado, permitindo que o seu foco seja apenas desfrutar dos sons da vida.
Não deixe que um tubo amarelado ou rígido prejudique a sua audição. Agende uma consulta gratuita num Centro Auditivo Minisom, de Viana do Castelo a Faro, e garanta que o seu equipamento está em perfeitas condições.
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