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Perda auditiva pode dificultar simples tarefas, como comer e se vestir

19/03/2018

Comer, vestir, tomar banho. Atividades que fazemos todos os dias, podem tornar-se verdadeiros obstáculos por causa da perda auditiva. Um estudo internacional [1], apresentado no Parlamento Europa por ocasião do passado Dia Mundial do Cuidado Auditivo, revela que a perda auditiva não tratada aumenta em 28% o risco de não ser capaz de realizar tarefas simples do dia a dia.

Outras grandes conclusões revelam que a não utilização de aparelhos auditivos aumenta o risco de demência (+21%) e, nos homens, o risco de depressão (+43%). Apesar dos riscos associados à falta de tratamento da perda de audição, muitas pessoas com este problema ainda não utilizam aparelhos auditivos.

A OMS tem vindo a alertar para o aumento do aparecimento de problemas auditivos na população, sendo que parte deles podem ser travados ou evitados através de simples ações como utilizar tampões de ouvidos em locais ruidosos, realizar rastreios auditivos regulares e limitar a utilização de medicamentos ototóxicos. Nos casos de deficiência auditiva comprovada é necessário intervir rapidamente com a utilização de aparelhos auditivos que, atualmente, são dispositivos tecnológicos avançados, quase invisíveis e altamente personalizáveis, de acordo com as necessidades pessoais do utilizador.

O estudo

Autonomia, habilidades cognitivas e humor são as áreas mais afetadas pela perda auditiva não tratada. “O estudo envolveu mais de 3.500 pessoas que foram observadas durante 25 anos: os resultados não só confirmam que há uma ligação direta entre a perda de audição, depressão e défices cognitivos, mas introduz também um novo elemento. Mostra que as pessoas que não tratam a perda de audição correm um maior risco de não serem capazes de concretizar tarefas básicas como comer, vestir-se ou tomar banho”. Segundo os especialistas, é por isso fundamental que, em caso de perda de audição, haja uma ação rápida através de um rastreio e da adoção da solução auditiva necessária. Estas soluções não só permitem voltar a ouvir, como evitam a perda de autonomia e o aparecimento de demência ou depressão.

Prevenção

A prevalência da perda auditiva aumenta continuamente graças ao envelhecimento da população, a hábitos prejudiciais como ouvir música alta nos auscultadores e à utilização de medicamentos ototóxicos. Com as deficiências auditivas a aumentar, torna-se crucial trabalhar na prevenção e proteção das pessoas contra hábitos nocivos. Na Europa, por exemplo, estima-se que mais de quatro milhões de pessoas sofram de perdas auditivas causadas pela utilização imprópria dos headphones. Além de não utilizar estes dispositivos durante longos períodos do tempo é também aconselhável manter-se a uma distância de segurança de colunas ou amplificadores, bem como consultar um especialista, caso persista o desconforto depois de frequentar ambientes ruidosos.

É também recomendável que as pessoas que utilizam aparelhos auditivos façam uma verificação regular dos seus equipamentos com um especialista, para que sejam regulados de acordo com as suas necessidades.


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