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Surdez

A surdez pode ter origem ainda no útero materno ou em qualquer idade da nossa vida e pode ter uma enorme repercussão em termos do desenvolvimento da linguagem e da comunicação, assim como em termos do estado psicológico da pessoa surda.


Surdez Congénita e Surdez Adquirida

A designada surdez pode desenvolver-se de múltiplas formas e instalar-se de forma súbita ou progressiva, podendo também manifestar-se de forma permanente ou flutuante. A sua origem pode ser genética ou adquirida, à medida que crescemos.

  • Surdez Congênita
    É aquela que está presente no momento do nascimento, portanto, adquirida no útero materno. Desordens de origem genética ou infeções maternas que, em alguns casos, podem ser transmitidas para o feto, são as principais causas. As infeções mais comuns, capazes de causar surdez no feto, são a toxoplasmose, rubéola, herpes e a sífilis.
  • Surdez Adquirida
    É uma forma mais comum de surdez e desenvolve-se após o nascimento, podendo manifestar-se de forma progressiva ou abruptamente, por exemplo, no caso de um traumatismo grave ou acidente vascular.

Graus de Surdez

Entre ‘ouvir bem’ e ‘não ouvir nada’ existem diferentes graus de perda auditiva. Limiares auditivos com perdas acima de 25dB passam a ser considerados alterados. Dependendo da sua gravidade, a surdez é designada através de uma escala variável sendo que, no caso de uma surdez total, ela é designada por cofose. 

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