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Surdez

A diminuição auditiva ou surdez podem ter origem ainda no útero materno ou em qualquer idade da nossa vida e pode ter uma enorme repercussão em termos do desenvolvimento da linguagem e da comunicação, assim como em termos do estado psicológico da pessoa surda.


Tipos de surdez

A designada surdez pode desenvolver-se de múltiplas formas e instalar-se de forma súbita ou progressiva, podendo também manifestar-se de forma permanente, temporária ou flutuante. A sua origem pode ser genética ou adquirida, à medida que crescemos.

Surdez Congênita

É aquela que está presente no momento do nascimento, portanto, adquirida no útero materno. Desordens hereditárias de origem genética ou infeções maternas que, em alguns casos, podem ser transmitidas para o feto são as principais causas. As infeções mais comuns capazes de causar surdez no feto são a toxoplasmose, rubéola, herpes e a sífilis.

Surdez Adquirida

É uma forma mais comum de surdez e desenvolve-se após o nascimento, podendo manifestar-se de forma progressiva ou repentina, por exemplo, no caso de um traumatismo grave ou acidente vascular.

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Graus de surdez

Entre ‘ouvir bem’ e ‘não ouvir nada’ existem diferentes graus de perda auditiva. Limiares auditivos com perdas acima de 25dB passam a ser considerados alterados. Dependendo da sua gravidade, a surdez é designada através de uma escala variável sendo que, no caso de uma surdez total, ela é designada por cofose. 

A classificação mais simples e comumente usada, gradua a audição em 5 níveis.

  • Normal: Todos aqueles que possuam perdas auditivas abaixo dos 25 decibéis (dB) em todas as frequências testadas, entre 250 e 8.000 hertz, durante o decorrer da audiometria.
  • Leve: Perda auditiva entre 25 e 40 dB. A pessoa tem dificuldade em ouvir um som mais fraco ou distante. Também pode ter mais dificuldade em compreender uma conversa e pede que lhe repitam, com alguma frequência. Nesta fase, não é normal que a diminuição auditiva cause alterações graves em termos da linguagem.
  • Moderada: Perda auditiva entre 41 e 70 dB. Só são compreendidos sons que sejam emitidos com uma intensidade mais alta. Este tipo de diminuição auditiva já causa entropia em termos da comunicação com os outros, possível atraso na linguagem e a necessidade de ler os lábios dos seus interlocutores para uma maior compreensão das conversas.
  • Severa: Perda auditiva entre 71 e 90 dB. Com esta classificação, o indivíduo apenas compreende alguns ruídos e vozes mais intensas, sendo que a perceção visual e a leitura labial se tornam fundamentais para o entendimento de uma conversa.
  • Profunda: Perda auditiva acima de 90 dB. É a forma mais grave de surdez. Acontece quando a perda auditiva ultrapassa 90 decibéis, impedindo a comunicação e a compreensão da fala.

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